Postagens de matérias, videos sobre pescarias, sobre pesca esportiva mostrando as belezas de nossos rios, e conscientizando as pessoas sobre a importância da preservação de nossos rios e matas.
quinta-feira, 14 de abril de 2011
Carretilha Lubina GTO Black Widow
Novo lançamento da Marine sports carretilha Lubina GTO Black Widow (Viuva Negra)
RELAÇÃO DE RECOLHIMENTO: 7.1:1
10 ROL. DE ESFERAS +1ROL. DE ROLETES
MANIVELA COM INFINITO ANTI-REVERSO
CARRETEL DE ALUMÍNIO
MANIVELA DE CARBONO
GUIA DE LINHA REVESTIDO EM TITÂNIO
FREIO E BOTÃO DO CONTROLE DE ARREMESSO
COM REGULAGEM PONTO A PONTO
SUPER FREIO COM 3 ARRUELAS DE AÇO INOX
+3 EM FIBRA DE TEFLON
TRAÇÃO MÁXIMA 11LBS.
DUPLO SISTEMA DE FREIO PARA ARREMESSO:
•CENTRÍFUGO 6 PINOS
•CONTROLE MAGNÉTICO
CAPACIDADE DE LINHA: 0,30mm – 120m.
10 ROL. DE ESFERAS +1ROL. DE ROLETES
MANIVELA COM INFINITO ANTI-REVERSO
CARRETEL DE ALUMÍNIO
MANIVELA DE CARBONO
GUIA DE LINHA REVESTIDO EM TITÂNIO
FREIO E BOTÃO DO CONTROLE DE ARREMESSO
COM REGULAGEM PONTO A PONTO
SUPER FREIO COM 3 ARRUELAS DE AÇO INOX
+3 EM FIBRA DE TEFLON
TRAÇÃO MÁXIMA 11LBS.
DUPLO SISTEMA DE FREIO PARA ARREMESSO:
•CENTRÍFUGO 6 PINOS
•CONTROLE MAGNÉTICO
CAPACIDADE DE LINHA: 0,30mm – 120m.
sexta-feira, 1 de abril de 2011
Bahia Pesca faz repovoamento de mais de um milhão de caranguejos
Eles crescem, se tornam reprodutores, mantendo o ciclo e consequentemente o equilíbrio ambiental
A tecnóloga em aquicultura, Eliane Hollunder, responsável pelo Laboratório de Reprodução de Caranguejo, explica que o objetivo é a defesa do meio ambiente. “Eles crescem, se tornam reprodutores, mantendo o ciclo e consequentemente o equilíbrio ambiental.”
Dentre as fêmeas capturadas são escolhidas, por meio de avaliação técnica, as que toleram melhor o manejo. Elas são desinfectadas com formalina e alimentadas com micro-crustáceos e algas. Segundo Eliana, além dos predadores, em 1997 um fungo provocou a mortandade de caranguejo em vários estados do País, atingindo os manguezais de Canavieiras em 2007. “Por isso, o repovoamento é muito importante.”
O presidente da Bahia Pesca, Isaac Albagli, acompanhou o evento e destacou a importância deste trabalho, que integra um conjunto de ações em defesa do meio-ambiente. “A gente faz palestras e distribui materiais impressos em escolas e outras entidades explicando várias questões, a exemplo do tamanho mínimo permitido para o caranguejo ser capturado, que é de cinco centímetros. Até chegar a este tamanho, o crustáceo leva cinco anos”.
Fonte: Guia da Pesca
Ribeirinhos do Pantanal Sul terão acesso às tecnologias da informação e comunicação
Os ribeirinhos se adaptaram ao ambiente onde vivem e dele retiram sua sobrevivência
As comunidades ribeirinhas do rio Paraguai de Porto da Manga e da Barra do São Lourenço serão beneficiadas com os programas de democratização do acesso às tecnologias da informação e comunicação (TICs), o que poderá permitir a inclusão dos ribeirinhos na sociedade da informação. É que nesses lugares o governo federal, através do Ministério da Pesca e Aquicultura, instalará o programa Telecentros-BR permitindo o acesso às redes, equipamentos e o domínio das habilidades relacionadas às essas tecnologias.Os Telecentros serão instalados nas escolas municipais das comunidades e terão 10 computadores conectados a internet para utilização pública e gratuita com múltiplos usos, como navegação, cursos e outras atividades de promoção do desenvolvimento local em suas diversas dimensões, conforme prevê o edital de seleção pública que permitiu a escolha destas duas localidades.
Visitas
Técnicos do MPA de Mato Grosso do Sul visitaram os locais essa semana verificando as possibilidades para a instalação e conversaram com membros das comunidades sobre a gestão do Telecentro.Na Barra do São Lourenço, a Secretaria de Educação de Corumbá reformará a sala onde será instalado o Telecentro adequando-a para a nova função. A escola tem sete computadores, mas apenas um funciona e o acesso à internet estava interrompido. Com a ida dos técnicos esse problema está resolvido. Agora vai ser formado um Comitê Gestor com membros da comunidade e das instituições parceiras como a ONG Ecoa, o MPA e a Secretaria de Educação que definirá o funcionamento do Telecentro.
A presidenta da Associação dos Ribeirinhos da Barra do São Lourenço, Joana Batista Gomes, está muito animada com a instalação do Telecentro. Ela disse que o Comitê será muito importante para o bom funcionamento do empreendimento e que todos os 40 alunos da escola poderão fazer as aulas de informática e terão acesso às tecnologias novas. Não tem ideia ainda de quantas pessoas de sua comunidade – em torno de 130 no total, frequentarão o local, aproximando-se da novidade. “Eu particularmente, estou muito ansiosa e feliz, pois terei vários dos meus problemas resolvidos”. Joana refere-se às questões de comunicação que poderão ser solucionadas com o acesso à internet, com a troca de mensagens e com o acesso aos portais dos órgãos que têm ações locais.
No Porto da Manga também a preparação do local, na escola municipal, está em andamento. O Comitê Gestor será formado por membros da Associação de Moradores local e com representantes das organizações parceiras que atuam nas localidades, como o MPA, a ong Ecoa, a UFMS, a Embrapa-Pantanal e a Secretaria de Educação de Corumbá.
Telecentros
No estado, através das parcerias do MPA e das Colônias de Pescadores já estão em funcionamento três Telecentros – Ladário, Mundo Novo e Três Lagoas; nesses locais, desde o ano passado, o MPA e o MEC, por intermédio do Instituto Federal do Paraná, realizam dois cursos para pescadores e aquicultores: Curso Técnico em Pesca e Curso Técnico em Aquicultura, com 115 alunos participando.Até o fim do ano mais oito Telecentros deverão estar em funcionamento, incluindo estes do rio Paraguai.
Comunidades
Há diversas comunidades bastante antigas na região do Pantanal. Elas são formadas pela miscigenação de povos indígenas, negros e europeus. Os ribeirinhos se adaptaram ao ambiente onde vivem e dele retiram sua sobrevivência, mantendo o equilíbrio natural e acumulando conhecimento sobre seu habitat. Segundo a ONG Ecoa, em seu portal na internet, “apesar disso, ainda falta atendimento e acesso destas populações aos direitos básicos do cidadão como saúde, transporte e assistência social”. Uma das consequências é o êxodo rural, por isso as ações de diversas instituições governamentais e não governamentais são importantes;A comunidade Barra do São Lourenço localiza-se na Serra do Amolar, na divisa do estado com a Bolívia e o Mato Grosso, na região do Paiaguás, 200 km, rio acima, de Corumbá. Tem mais de 150 anos, mantém relações com os índios Guató e com os turistas que passam por lá, para quem vendem iscas e o excedente da produção agropecuária e extrativista.
Já Porto da Manga fica a 60 Km, rio abaixo, de Corumbá e, embora com menos dificuldades que outras comunidades mais afastadas, ainda carece de diversos serviços públicos básicos, que possam cuidar da saúde, acabar com o analfabetismo entre os adultos, melhorar os locais de moradia e garantir saneamento básico (coleta de lixo, água).
Assessoria de Comunicação da Superintendência Federal de Pesca e Aquicultura de Mato Grosso do Sul/MPA
Fonte: Giua da Pesca
quarta-feira, 9 de março de 2011
Mato Grosso do Sul – Pesca liberada também exige cuidado com a legislação ambiental
Importantes orientações sobre pesca dentro da legislação
As penalidades criminais e administrativas são pesadas e o desrespeito à legislação pode levar o infrator a ser preso e condenado a até três anos de detenção. Todo o material de pesca e mais motores de popa, barcos e veículos utilizados na infração apreendidos são recolhidos. O valor da penalidade de multa pode partir de R$ 700,00 e chegar a até R$ 100 mil, mais de R$ 20,00 por quilo de pescado irregular.
Orientações sobre pesca dentro da legislação
Para não incorrer em crime ambiental ao praticar a pesca, é preciso estar atento ao que é ou não permitido pela legislação:
Petrechos proibidos para o pescador amador: cercado, pari ou qualquer aparelho fixo, do tipo elétrico, sonoro ou luminoso; fisga, gancho ou garateia, pelo processo de lambada; arpão, flecha, covo, espinhel ou tarrafão; substancia tóxica ou explosiva; anzol de galho; qualquer aparelho de malha – como redes e tarrafas, por exemplo. Cota para captura: dez quilos mais um exemplar de qualquer peso, desde que não seja do tamanho inferior ao permitido e cinco exemplares de piranha. Transporte – Efetuar a vistoria e lacre nos Postos da PMA. É preciso licença de pesca.
Pesca profissional: Cercado, pari ou qualquer aparelho fixo; aparelho do tipo elétrico, sonoro ou luminoso; fisga, gancho ou garateia, pelo processo de lambada; arpão, flecha, covo, espinhel ou tarrafão; substância tóxica ou explosiva; qualquer aparelho de malha – como redes e tarrafas. É permitido ao pescador profissional: tarrafa para captura de isca (altura máxima de 2m, malha entre 20mm e 50 mm e linha de nylon com espessura máxima de 0,50 mm); 8 (oito) anzóis de galho devidamente identificados (Resolução Semac nº 06/07); 05 (cinco) boias fixas (cavalinho) devidamente identificadas (Resolução Semac nº 06/07). A cota permitida é de 400 kg por mês.
Rios onde é proibida a pesca de qualquer natureza (exceto a científica autorizada): Rio Salobra – Município de Miranda e Bodoquena (neste rio a navegação é permitida somente com motor de 4 tempos, de potência até 15 hp); Córrego Azul – Município de Bodoquena; Rio da Prata – Município de Bonito e Jardim; Rio Nioaque – Município de Nioaque e Anastácio. A pesca amadora ou a profissional não é permitida a menos de 200 metros a montante ou a jusante das barragens, corredeiras, cachoeiras e escadas de peixe. A pesca nesses rios e locas é crime.
Rios e trechos de rios em que é permitida a pesca na modalidade pesque e solte: Rio Negro – Trecho situado na confluência do Rio Negro com o Córrego Lajeado, localizado próximo à cidade de Rio Negro até o brejo existente no limite oeste da Fazenda Fazendinha, no município de Aquidauana; Rio Perdido – em toda sua extensão, compreendendo os municípios de Bonito, Jardim, Caracol e Porto Murtinho; Rio Abobral, em toda sua extensão; Rio Negro – trecho situado na confluência do Rio Negro com o Córrego Lajeado, localizado próximo à cidade de Rio Negro até o brejo existente no limite oeste da Fazenda Fazendinha, no município de Aquidauana; Rio Perdido – em toda sua extensão, compreendendo os municípios de Bonito, Jardim, Caracol e Porto Murtinho.
Fonte: Guia da Pesca
Alunos de Foz de Iguaçu, no Paraná, têm pescado na alimentação escolar
Além de oferecer alimento saudável, gera empregos e movimenta a economia.
Com população estimada em 256 mil habitantes, o município de Foz de Iguaçu, no estado do Paraná, incentiva o consumo de pescado na rede escolar, onde estudam mais de 30 mil alunos. Ao mesmo tempo em que oferece um alimento saudável às crianças, e com grande disponibilidade regional, a iniciativa gera empregos e movimenta a economia.
A estruturação do programa, porém, exigiu o apoio da comunidade e a contribuição do Ministério da Pesca e Aquicultura, entre outras parcerias.
A oferta de pescado nas escolas é uma das prioridades da ministra Ideli Salvatti. “O peixe, além de ser excelente para o desenvolvimento escolar, favorece a formação de bons hábitos alimentares em nossas crianças e adolescentes”, afirma.
Segundo o presidente da Colônia de Pescadores Z-12 de Foz do Iguaçu, Flávio Kabroski, um dos primeiros passos para atender à demanda desta nova clientela – os alunos da rede escolar – foi realizar uma boa parceria com a prefeitura de Foz do Iguaçu. Assim, o município obteve um caminhão frigorífico – fundamental para a conservação do pescado, do Ministério da Pesca e Aquicultura, mediante edital e com recursos de emenda parlamentar. Nada menos do que 54 escolas foram beneficiadas.
Treinamento
Outra iniciativa que contribuiu para o êxito do programa partiu do Banco do Brasil. A instituição, em São Miguel do Iguaçu, promoveu, em 2010, cursos para merendeiras e nutricionistas da região. O objetivo foi qualificar os profissionais para a elaboração de cardápios à base de pescado.
Os peixes, da espécie pacu, são criados em tanques rede, através do projeto da Itaipu Binacional. Para o início das aulas serão fornecidos 4.500 Kg de poupa de peixe. “Estamos tentando atrair mais pescadores para este projeto, através de campanha, pois a demanda é muito grande e queremos atender todas as escolas do município”, diz Flávio Kabroski.
De acordo com o secretário de Agricultura de Foz do Iguaçu, Eduardo Spada, as crianças apreciam os pratos servidos em suas escolas. São fornecidos, à base de peixe, lasanha, bolinho e rocambole, além de macarrão com pescado.
O peixe é um alimento rico em proteínas e tem grande quantidade de minerais, entre eles está o cálcio, fósforo, iodo e o cobalto. Também é rico em vitaminas A, B e D, e possui ômega 3, um ácido graxo essencial à saúde. Entretanto, o corpo humano não produz naturalmente este componente, que precisa ser adquirido na alimentação.
Fonte: Guia da Pesca
Ex-prefeito de Várzea Grande preso por pesca predatória
Ele foi flagrado com 72 kg de pescado capturado de forma irrregular
O ex-deputado estadual e ex-prefeito de Várzea Grande, Nereu Botelho de Campos, 61, foi preso no sábado, 5, em Cáceres, por pesca predatória.
Conforme fontes da Policia Ambiental, ele foi flagrado após os militares receberem uma denúncia anônima.
O ex-prefeito foi preso pelos cabos Brito e Souza, no Pesqueiro Paraíso, localizado as margens do rio Jauru, 40 quilômetros de Cáceres, com 72Kg de pescado capturado de forma irrregular, segundo os militares.
Nereu Botelho foi encaminhado ao CISC onde pagou fiança e foi liberado. Ele responderá um processo por crime ambiental.
Jornal do Oeste
domingo, 27 de fevereiro de 2011
Calendário de Pesca 2011
A lua e sua Pescaria
Muito se fala sobre a influência da lua e das marés na produtividade da prática da pesca. São realmente fortes influências, que tentaremos explicar com simplicidade e clareza para aqueles que não sabem como estes elementos interferem na pesca. São conhecimentos imprescindíveis para qualquer pescador esportivo.
A interferência da lua nas marés
O movimento da marés tem causa nas atrações gravitacionais existentes entre a Terra, a Lua e o Sol. O posicionamento da Lua e do Sol em relação à Terra determinam como se comportam os níveis do mar, e conseqüentemente dos rios e canais litorâneos. Por isso, temos as marés grandes e pequenas, ou comumente chamadas de marés vivas e mortas.
Em qual lua eu vou pescar?
Afirmar categoricamente qual melhor maré ou lua para se praticar a pesca é algo impossível. Entretanto, é fato que nas chamadas marés pequenas mortas, que acontecem quando a Lua está em fase minguante ou crescente, a correnteza é menor, facilitando o posicionamento das iscas onde se deseja. Outro fato, é que nestas marés, os peixes terão uma área menor a circular na sua busca por alimentação, já que teremos um considerável volume água a menos nas áreas de pesca. Em verdade, seguindo estas considerações, podemos dizer que nas luas de quarto, ou nas marés mortas, a produtividade da pesca tende a aumentar. Mas não podemos esquecer que as variantes existentes em função dos lugares, das espécies de peixes, entre outras, podem modificar esta colocação e, por isso mesmo, nunca devemos desprezar a análise de conhecedores da região onde se pretende pescar.
Em outras palavras, se quiser fazer um estudo antecipado do local de pesca desejado, faça um cruzamento da tábua de maré com o calendário lunar, veja quando ocorrerão as marés mortas, mas não esqueça de consultar um pescador nativo da região. Existem peixes que costumam ser mais encontrados em marés vivas, dependendo do local
Em outras palavras, se quiser fazer um estudo antecipado do local de pesca desejado, faça um cruzamento da tábua de maré com o calendário lunar, veja quando ocorrerão as marés mortas, mas não esqueça de consultar um pescador nativo da região. Existem peixes que costumam ser mais encontrados em marés vivas, dependendo do local
- Fonte: guiadapesca.com.br
Ibama conclui as Operações Rios Federais I e Cichla em Goiás
Estas ações serão ampliadas e intensificadas tanto em Serra da Mesa quanto no Rio Araguaia
Na região do Rio Araguaia na “Operação de Fiscalização Rios Federais I” os agentes de fiscalização deste Instituto, com o apoio de agentes da Polícia Civil, realizaram vistorias entre Aruanã e Luiz Alves (São Miguel do Araguaia).
No mesmo período agentes do Ibama-GO e da Polícia Federal-PF realizaram a “Operação Cichla” (nome científico do Tucunaré), na região do Lago de Serra da Mesa, com o objetivo de disciplinar a pesca esportiva e coibir a pesca predatória naquele lago, principalmente no período de defeso/piracema, aplicando multas e apreendendo equipamentos diversos.
Em barreiras montadas em rodovias foram vistoriados veículos, sendo que houve a apreensão de peixes e redes de pesca. Nos bares e restaurantes flutuantes da orla do lago em Uruaçu os agentes também apreenderam peixes de origem ilícita.
Além de aproximadamente meia tonelada de peixes, foram apreendidos ainda materiais predatórios diversos (pindas; espinhéis; gaiolas e espingardas). Dois barcos; quatro motores de popa; um reboque e um freezer também foram apreendidos e de acordo com a legislação ambiental vigente dificilmente serão devolvidos aos infratores.
Além da cooperação das Polícias Federal e Civil, o Ibama-GO contou com a parceria da Associação Nacional de Ecologia e Pesca Esportiva – Anepe na operação ocorrida no Lago de Serra da Mesa.
Segundo o Superintendente do Ibama-GO, Ary Soares, além de agradecer o apoio da Polícia Federal, da Polícia Civil e da Anepe, informa que os peixes apreendidos foram doados para instituições de caridade. Redes, espinhéis e outros materiais predatórios serão destruídos. Barcos e motores de popa poderão ser utilizados no fortalecimento do combate a crimes ambientais em parceria com o estado e municípios.
O presidente da Anepe, Hélcio Honda, informa que a parceria Ibama-GO e Anepe, embora já com bons resultados, foi experimental e que doravante também serão desenvolvidas ações, que visem a geração de conhecimento e articulação institucional, conforme previsto no Termo de Cooperação Técnica firmado com o Ibama/GO. E que estas ações serão ampliadas e intensificadas tanto em Serra da Mesa quanto no Rio Araguaia.
Fonte: guiadapesca.com.br
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
Massas de pesca para todos os peixes
São receitas testadas, mas todos os pescadores têm seu toque pessoal, modificá-las para melhor, colocar ou substituir um ingrediente, fazendo testes práticos é muito bom, o importante que no final a receita funcione e que se fisgue muitos peixes.
Para atrair os peixes no local onde estiver pescando, é necessário fazer uma ceva com a própria massa, misturada com quirera (milho moído) jogar na água 30 minutos antes de iniciar a captura. Boas pescarias.
Massa de fundo para todos os peixes
- Um quilo de ração de peixe moída;
- 200 g de farinha de mandioca;
- 100 g de farinha de trigo;
- Usar água até dar liga.
Pode adicionar: suco de goiaba ou maracujá, groselha ou queijo ralado.
- Um quilo de ração de peixe moída;
- 200 g de farinha de mandioca;
- 100 g de farinha de trigo;
- Usar água até dar liga.
Pode adicionar: suco de goiaba ou maracujá, groselha ou queijo ralado.
Massa para pesca de carpas usando Missô
- Um quilo de batata doce;
- Um copo de açúcar refinado;
- ½ quilo de milharina;
- ½ quilo de farinha de mandioca crua;
- 300 g de missô.
Descascar as batatas, cozinhar na panela de pressão, esfriar e espremer “no espremedor de batatas”, misturar a batata com a milharina, mais farinha de mandioca e amassar bem, vai ficar uma bola dura. Colocar o açúcar mais o missô. Amassar bem aí vai dar liga e chegar no ponto de uso.
- Um quilo de batata doce;
- Um copo de açúcar refinado;
- ½ quilo de milharina;
- ½ quilo de farinha de mandioca crua;
- 300 g de missô.
Descascar as batatas, cozinhar na panela de pressão, esfriar e espremer “no espremedor de batatas”, misturar a batata com a milharina, mais farinha de mandioca e amassar bem, vai ficar uma bola dura. Colocar o açúcar mais o missô. Amassar bem aí vai dar liga e chegar no ponto de uso.
Massa para peixes redondos
- Um pacote de refresco em pó (morango, uva, etc);
- Um quilo de farinha de mandioca crua;
- 500 g de farinha de trigo;
- Um pacote de queijo parmesão ralado.
Misturar, fazer bolinhas, e cozinhar em água fervente até que as mesmas subam. Após o cozimento, passar em farinha e acondicionar para utilização.
- Um pacote de refresco em pó (morango, uva, etc);
- Um quilo de farinha de mandioca crua;
- 500 g de farinha de trigo;
- Um pacote de queijo parmesão ralado.
Misturar, fazer bolinhas, e cozinhar em água fervente até que as mesmas subam. Após o cozimento, passar em farinha e acondicionar para utilização.
Massa rápida
- Dois miolos de pão francês fresco;
- Um queijo polenguinho.
Amassar bem o miolo do pão com o queijo polenguinho. Fazer no dia da pescaria. Massa boa para lambaris, pacu-prata, piau etc.
- Dois miolos de pão francês fresco;
- Um queijo polenguinho.
Amassar bem o miolo do pão com o queijo polenguinho. Fazer no dia da pescaria. Massa boa para lambaris, pacu-prata, piau etc.
Carpas em geral
- Um quilo de batata doce espremida;
- 200 g de açúcar cristal;
- 200 g de farinha de mandioca;
- 10 paçocas de amendoim.
- Um quilo de batata doce espremida;
- 200 g de açúcar cristal;
- 200 g de farinha de mandioca;
- 10 paçocas de amendoim.
Carpa-cabeçuda
- Um quilo de batata doce sem casca (espremer com as mãos);
- 200 g de farinha de mandioca;
- 100 gs de açúcar cristal;
- 10 paçocas de amendoim.
Juntar tudo sem amassar muito, massa sem liga. Não usar água.
- Um quilo de batata doce sem casca (espremer com as mãos);
- 200 g de farinha de mandioca;
- 100 gs de açúcar cristal;
- 10 paçocas de amendoim.
Juntar tudo sem amassar muito, massa sem liga. Não usar água.
Carpa húngara
- Um quilo de batata doce;
- 200 g de açúcar cristal;
- 300 g de farinha de mandioca;
- 10 paçocas de amendoim.
Amassar bem, dar bastante liga. Se necessário colocar água.
- Um quilo de batata doce;
- 200 g de açúcar cristal;
- 300 g de farinha de mandioca;
- 10 paçocas de amendoim.
Amassar bem, dar bastante liga. Se necessário colocar água.
Massa para carpas “em represas”
- Farinha de mandioca (meio a meio) e farinha de milho (meio a meio);
- Açúcar;
- Corante para doces de cereja ou morango;
- Água mineral ou do lago.
Preparo: Ferver a água com açúcar (bem doce). Farinha de milho mais água quente, aos poucos, mais farinha de mandioca, corante, mexer e amassar bem até dar liga.
- Farinha de mandioca (meio a meio) e farinha de milho (meio a meio);
- Açúcar;
- Corante para doces de cereja ou morango;
- Água mineral ou do lago.
Preparo: Ferver a água com açúcar (bem doce). Farinha de milho mais água quente, aos poucos, mais farinha de mandioca, corante, mexer e amassar bem até dar liga.
Carpas húngaras e capim
- Um quilo de batata doce;
- 200 g de farinha de mandioca;
- 50 gr de Karo ou mel;
- 15 paçocas;
- 100 g de farinha de trigo;
- 200 g de ração flutuante ume-decida.
Amassar bem, dar bastante liga.
- Um quilo de batata doce;
- 200 g de farinha de mandioca;
- 50 gr de Karo ou mel;
- 15 paçocas;
- 100 g de farinha de trigo;
- 200 g de ração flutuante ume-decida.
Amassar bem, dar bastante liga.
Massa para carpas “na Natureza”
- Seis copos do tipo americano de farinha de milho;
- Três copos do tipo americano de farinha de mandioca crua;
- Cinco copos de açúcar.
- Dois litros de água mineral ou da represa
Preparo: Ferver a água com o açúcar, desligar o fogo, colocar a farinha de milho, mexer bem, em seguida colocar a farinha de mandioca, mexer e amassar até dar liga.
Atenção: Fazer a ceva com milho maduro e pedaços de mandioca, acondicionar em pequenos sacos de tela.
Hoje também se pesca com milho maduro cozido, colocar em um vidro com a sua água para azedar.
- Seis copos do tipo americano de farinha de milho;
- Três copos do tipo americano de farinha de mandioca crua;
- Cinco copos de açúcar.
- Dois litros de água mineral ou da represa
Preparo: Ferver a água com o açúcar, desligar o fogo, colocar a farinha de milho, mexer bem, em seguida colocar a farinha de mandioca, mexer e amassar até dar liga.
Atenção: Fazer a ceva com milho maduro e pedaços de mandioca, acondicionar em pequenos sacos de tela.
Hoje também se pesca com milho maduro cozido, colocar em um vidro com a sua água para azedar.
Pacu
- Um quilo de ração para peixe (bater no liquidificador) úmida;
- 100 g de queijo ralado;
- 200 g de farinha de mandioca crua;
- 100 g de farinha de trigo.
Amassar bem, caso for necessário use água do lago até dar ponto.
- Um quilo de ração para peixe (bater no liquidificador) úmida;
- 100 g de queijo ralado;
- 200 g de farinha de mandioca crua;
- 100 g de farinha de trigo.
Amassar bem, caso for necessário use água do lago até dar ponto.
Massa com borra de café para Pacu
- Um quilo de farinha de mandioca crua;
- 300 g de farinha de trigo;
- 200 g de borra de café.
Preparo: Misturar bem a farinha de mandioca junto com a farinha de trigo e a borra de café. Coloque água aos poucos, vai amassando até dar liga, quando estiver no ponto faça bolinhas do tamanho de um coquinho, colocá-las aos poucos em uma panela de água fervente, deixar cozinhar até as bolinhas boiarem, retire e deixe secar sobre um pano.
Fazer as bolinhas na noite que antecede a pescaria.
- Um quilo de farinha de mandioca crua;
- 300 g de farinha de trigo;
- 200 g de borra de café.
Preparo: Misturar bem a farinha de mandioca junto com a farinha de trigo e a borra de café. Coloque água aos poucos, vai amassando até dar liga, quando estiver no ponto faça bolinhas do tamanho de um coquinho, colocá-las aos poucos em uma panela de água fervente, deixar cozinhar até as bolinhas boiarem, retire e deixe secar sobre um pano.
Fazer as bolinhas na noite que antecede a pescaria.
Tilápias, Carpas Capim, Húngara e Espelho e Catfishs
- Três quilos de ração de peixe Guabi, comum em pó;
- Um quilo de ração de peixe Guabi, carnívora em pó;
- ½ quilo de farinha de peixe;
- ½ quilo de farinha de sangue;
- 550 g de açúcar cristal.- 700 gramas de farinha de mandioca crua
- Uma colher de chá de corante vermelho
Fazer a massa com a água do lago.
- Três quilos de ração de peixe Guabi, comum em pó;
- Um quilo de ração de peixe Guabi, carnívora em pó;
- ½ quilo de farinha de peixe;
- ½ quilo de farinha de sangue;
- 550 g de açúcar cristal.- 700 gramas de farinha de mandioca crua
- Uma colher de chá de corante vermelho
Fazer a massa com a água do lago.
Curimbatá, Curimatá e Papa-terra
Fazer uma ceva com farinha de trigo, água do rio, misturar e bater bem com a mão, vai ficar um leite grosso.
Massa: farinha de trigo, água do rio, misturar e amassar bem, ficar a ponto de fios, fazer fios e enrolar no anzol.
Fazer uma ceva com farinha de trigo, água do rio, misturar e bater bem com a mão, vai ficar um leite grosso.
Massa: farinha de trigo, água do rio, misturar e amassar bem, ficar a ponto de fios, fazer fios e enrolar no anzol.
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