Eles crescem, se tornam reprodutores, mantendo o ciclo e consequentemente o equilíbrio ambiental
A tecnóloga em aquicultura, Eliane Hollunder, responsável pelo Laboratório de Reprodução de Caranguejo, explica que o objetivo é a defesa do meio ambiente. “Eles crescem, se tornam reprodutores, mantendo o ciclo e consequentemente o equilíbrio ambiental.”
Dentre as fêmeas capturadas são escolhidas, por meio de avaliação técnica, as que toleram melhor o manejo. Elas são desinfectadas com formalina e alimentadas com micro-crustáceos e algas. Segundo Eliana, além dos predadores, em 1997 um fungo provocou a mortandade de caranguejo em vários estados do País, atingindo os manguezais de Canavieiras em 2007. “Por isso, o repovoamento é muito importante.”
O presidente da Bahia Pesca, Isaac Albagli, acompanhou o evento e destacou a importância deste trabalho, que integra um conjunto de ações em defesa do meio-ambiente. “A gente faz palestras e distribui materiais impressos em escolas e outras entidades explicando várias questões, a exemplo do tamanho mínimo permitido para o caranguejo ser capturado, que é de cinco centímetros. Até chegar a este tamanho, o crustáceo leva cinco anos”.
Fonte: Guia da Pesca
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